domingo, 3 de janeiro de 2016

Comunidade do Livramento - Amazonas

Foi ainda no dia 30 de dezembro, que recebi o convite de uma amiga (Yanka) para passar o Reveillon de 2015/2016 em uma comunidade próxima de Manaus. O nome é Nossa Senhora do Livramento, que nela funciona (teoricamente) uma RDS - Reserva de Desenvolvimento Sustentável. E esta mesma comunidade, abriga centenas de famílias indígenas, de diversas etnias. 

Vista da Marina do David. 
Barco utilizado para chegar da Marina até o Livramento
RDS do Tupé. 
Marcamos o encontro na Marina do David, na Ponta Negra, que é de onde sai o barco pra chegar na comunidade. Passagem comprada (R$7,00 ida e o mesmo valor para a volta) e pela manhã estávamos prontos para embarcar. Chegando lá, a surpresa com um novo local. Hora de conhecer o espaço onde estava andando e após a ronda, nos repousamos em uma casa de uma amiga e fomos aproveitar o dia no Rio Negro.

Praia para um belo banho no Rio Negro.

Caminho da praia...
Banho de muito proveito, mas em menos de 24hs, três colegas tiveram seus pés atacados por piranhas. Nada muito grave, mas assustou um pouco o pessoal lá.

Da casa onde estávamos, conseguíamos ver o festival de fogos da Ponta Negra, em Manaus. Cerca de 10 minuto que nos animaram. Decidimos ficar em casa pois a turma estava bem animada...

No dia seguinte... Ideal para conhecer uma das malocas indígenas... Esta, inclusive, leva o nome de um memorável indígena, o Pajé Gabriel Gentili. Tivemos a honra de conhecer esta maloca com a ilustre presença da Dona Maria, índia do povo Baré, que mora há algumas décadas na comunidade, mas veio de São Gabriel da Cachoeira/AM.

Início da caminhada pra maloca.

Eu na companhia de Dona Maria, do povo Baré. 

Uma justa homenagem...
A mesma Dona Maria, levou nossa turma para conhecer o "Escondidinho". Que é uma das áreas da Comunidade do Livramento, que após 2 km de trilha ecológica, surge uma bela praia do Rio Negro, com um visual simplesmente magnífico. E esta parte do Rio que separa a parte acessível da comunidade do Livramento à uma aldeia indígena. Nos informaram que o acesso lá era só para moradores da região e que não queriam saber de homens brancos por lá. (ainda bem).

Na seca, areia. Na cheia, rio. 

Famoso "escondidinho'' do Livramento. Praia do Rio Negro. 

Momento exato onde demarca até onde os visitantes podem ir. Depois da placa, é uma reserva indigena. 


Enfim. Esta foi a viagem à Comunidade do Livramento. Não deixem de conhecê-la, caso venham para a Amazônia. Qualquer dúvida basta perguntar. 

Sou, sou, sou canoeiro. Despedida da Comunidade do Livramento. 

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